"Com palavras tenho asas que me levam a voar com palavras vou tão longe quanto o sonho me levar." José Fanha
6 de maio de 2013
O QUE IMPORTA É PARTIR, NÃO É CHEGAR
O que importa é
partir, não é chegar,
É nunca desistir de
tanto se amar,
É correr feliz e sem
destino,
Como a bola nos pés
de um menino.
Para quê chegar, se
não tiveres ninguém?
Porquê desistir, se
amas alguém?
Qual o melhor
destino, se já és feliz?
Que ter muitos
amigos. Vá lá, diz?
Aproveita a vida como
uma viagem
Não sejas um carro
que não sai da garagem.
Esquece o que já foi
e o que podia ser
É agora ou nunca.
Começa a viver.
Diana Purificação, 8ºB
4 de maio de 2013
26 de abril de 2013
VIAGEM, Molly Bixby 8ºA
O que importa é partir não é chegar.
Não é chegar, mas sim navegar
Navegar por oceanos, mares e rios
Rios frios congelados, talvez.
Existem obstáculos, desafios e concretizações
É difícil orientarmo-nos em alto mar
Há imensos caminhos e direções
Caminhos difíceis e direções incorrectas
No meio de tanta confusão
Somos levados pela maré.
Deixamos de ser considerados pérolas ou diamantes
Para sermos pedras e rochas desprezadas
Sem orientações e sem bóias para nos salvar
Ficamos solitários descontrolados
Sem razão aparente, para alguns.
Durante esta longa viagem caímos e levantamo-nos,
Depois somos humilhados por seres superiores,
Superiores que se metem com os inferiores.
Nunca te questiones, vai com o teu instinto
Tudo começa com algo
E algo seria nada se não sonhasses.
Sonha e tenta chegar até ao sonho
Assim, tornar-se-á realidade.
Não importa o dinheiro ou a idade
Importa sim a humanidade, a maturidade
Importa o conhecimento e o reconhecimento.
Pensa. Reflete. Imagina. Admira.
APROVEITAR A VIDA, Ana Andrade 8ºB
O que importa é partir, não é chegar.
Viver o presente com intensidade
e o futuro aguardar,
pois quem não para é a idade!
Viver o presente com intensidade
e o futuro aguardar,
pois quem não para é a idade!
Alguns perdem tempo
Sem perceberem que estão a perder a vida
Fazem dela um passatempo
sem perceberem que isto é uma corrida.
Sem perceberem que estão a perder a vida
Fazem dela um passatempo
sem perceberem que isto é uma corrida.
Ao máximo aproveitam aqueles
Que vivem plenamente
Cada minuto da vida, eles
fazem tudo alegremente.
Que vivem plenamente
Cada minuto da vida, eles
fazem tudo alegremente.
Viver cada momento como
Se não houvesse amanhã
E enfrentar os problemas
logo de manhã.
Se não houvesse amanhã
E enfrentar os problemas
logo de manhã.
25 de abril de 2013
23 de abril de 2013
22 de abril de 2013
20 de março de 2013
17 de março de 2013
DIA MUNDIAL DA POESIA
O Dia Mundial da Poesia celebra-se a 21 de março. O Dia Mundial da Poesia foi criado na XXX Conferência Geral da UNESCO a 16 de novembro de 1999.
Todas as linguagens têm a sua poesia. A poesia contribui para a diversidade criativa, usando as palavras e os nossos modos de percepção e de compreensão do mundo.
O Dia Mundial da Poesia celebra assim a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, criatividade e inovação. A celebração faz ainda uma reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa.
As aventuras de Júnior e Joana, 8º B, Visão Júnior
Júnior e Joana estavam na
aula de Português e leram o poema “Lágrima de Preta” de António Gedeão. Os dois,
muito orgulhosos, sabiam agora que as lágrimas das pessoas, de cor ou não, eram
iguais. Joana perguntou ao irmão se as lágrimas dos animais seriam também
iguais às dos humanos, mas ele não sabia.
No final do dia, iam
para casa e no caminho Júnior disse:
- E se falássemos com o
tio António e pedíssemos para ir passar o fim de semana com ele?
- Boa ideia, íamos à universidade
onde ele trabalha, certamente deve haver um laboratório para investigarmos se
as lágrimas dos animais são iguais às dos humanos e levamos o Gão, claro! - disse
Joana entusiasmada.
Pediram aos pais,
falaram com o tio e na sexta-feira lá foram eles. Quando chegaram a casa do tio
decidiram ir de manhã ao laboratório.
De manhã, dirigiram-se ao
laboratório e perguntaram ao tio por onde começar. Ele disse-lhes que tinham de
ter uma lágrima de um humano e outra de animal. Eles ficaram tristes, pois não
tinham nem uma nem outra. O tio propôs que fossem para casa pensar numa
solução. Levando três tubos de ensaio, para o caso de as conseguirem.
No caminho para casa,
Gão afastou-se e foi ter com um homem desconhecido. Quando olharam, este estava
a dar-lhe um pontapé. Gão começou a chorar e Júnior aproveitou para guardar uma
das lágrimas dentro de um dos tubos que tinham trazido. Joana, preocupada com o
seu cão, começou também a chorar. Júnior tirou da mala outro tubo para recolher
uma lágrima dela.
- Às vezes, coisas más
trazem coisas boas, já podemos voltar ao laboratório. - disse o tio.
Com a ajuda do tio fizeram
as experiências necessárias e conseguiram descobrir o que queriam: as lágrimas
dos animais eram iguais às dos humanos.
- Somos uns excelentes cientistas!
- exclamaram os irmãos em sintonia.
Festejaram a descoberta
na casa do tio. Já sabiam que todas as lágrimas, fossem de pretos, brancos ou de
animais, eram iguais!
- Somos todos iguais,
abaixo o racismo e quem maltrata os animais! - disse a
Joana.
As aventuras de Júnior e Joana, 8º A, Visão Júnior
Júnior e Joana estavam
na primeira semana de aulas e havia uma novidade: tinham uma nova televisão na
escola.
Durante o intervalo,
Júnior e Joana reparam numa notícia:
“Daqui
fala Xavier Repórter com uma notícia de última hora, os investigadores do
laboratório científico X desapareceram sem deixar rasto, bem como a sua fórmula
ultrassecreta. Esta fórmula devia ser apresentada no Congresso Internacional da
Ciência, neste sábado.”
Tocou
para entrar. Durante a aula, Júnior não prestava atenção, só pensava que tipo
de fórmula seria aquela para os investigadores desapareceram.
No
sábado, foram fazer um piquenique. Depois foram dar um passeio para fazer
melhor a digestão, quando encontraram um homem de bata branca deitado no chão e
uma mala fechada a cadeado.
O
homem acordou, poucos minutos depois, muito exaltado e a ver se alguém tinha
tocado na mala.
Joana
muito curiosa perguntou:
-
Está tudo bem? O que é que o senhor está a fazer?
-
Estou a verificar se a minha fórmula secreta está segura.
- Que
fórmula? - indagou Júnior.
-
Prometem guardar segredo?
Os
dois acenaram que sim com a cabeça.
-
Esta é a fórmula ultrassecreta que… venham comigo até ao laboratório, as
árvores têm olhos e ouvidos!
Uns
minutos depois, chegaram ao laboratório e o investigador explicou como tudo
aconteceu.
- Eu
e os meus colegas estávamos a trabalhar, quando nos assaltaram, só tive tempo
para agarrar na fórmula, correr para a floresta até bater na árvore e
adormecer. Agora temos de encontrar os meus colegas. – finalizou o cientista.
Seguidamente,
distribuiu umas lupas e começaram a procurar pistas.
Gão,
de súbito, ladrou chamando-lhes a atenção para uma pista: era uma pegada e
havia mais. Seguiram-nas até uma sala trancada. O cientista pediu à Joana um
gancho e abriu a porta. Para espanto de todos estavam lá os seus colegas
desaparecidos. Correram para o congresso, apresentaram a fórmula e esta foi
muito elogiada, apesar de nunca se ter descoberto quem assaltara o laboratório
científico.
23 de dezembro de 2012
UM POEMA DE NATAL
Chove. É dia de Natal
Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal,
E o frio que ainda é pior.
E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.
Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.
Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.
Fernando Pessoa
14 de dezembro de 2012
O SONHO DO PAI NATAL
Ninguém estava sozinho! Todos tinham família, e uma casa onde estar, com a mesa pronta para a ceia de natal e com comida para todos. Não havia pobreza, nem ódio, nem guerras. Todos eram amigos, não havia brigas, palavrões nem má educação, e o Pai Natal via como todos eram carinhosos uns com os outros. As pessoas que se encontravam nas ruas, a caminho de casa, cantarolavam alegremente músicas de natal, levando as últimas prendas para colocar debaixo do pinheiro. Nem cão nem gato estavam sozinhos nesta noite fria. Todos tinham um lugar aconchegado onde ficar. E o Pai Natal não conseguia deixar de sorrir, de tanta felicidade ao ver o mundo cheio de paz, amor e harmonia! Mas o Pai Natal acordou e viu que tudo não passara de um sonho maravilhoso, e ficou triste. Só algumas pessoas no mundo eram felizes, capazes de celebrar o natal em alegria, paz e comunhão com os seus, de terem um lar, comida, roupa e amor. Então o Pai Natal pensou: Terei de continuar a ajudar crianças e adultos a ter um Natal Feliz! Vou preparar as renas e o meu trenó, para enchê-lo com prendas e distribui-las esta noite, de modo a que, pelo menos uma vez por ano, haja alegria no coração de todos nós!. E assim o Pai Natal continua, ano após ano, a cumprir a sua tarefa, até que um dia possa ver o seu lindo sonho concretizado. Ho, Ho, Ho! Feliz Natal a todos! |
12 de dezembro de 2012
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