"Com palavras tenho asas que me levam a voar com palavras vou tão longe quanto o sonho me levar." José Fanha
16 de março de 2011
NO ESPELHO DA IMAGINAÇÃO TUDO ACONTECE COMO QUEREMOS
Ao canto do meu quarto
tenho uma caixa do tesouro
e o guarda que a protege
é bastante forte é um besouro.
Lá dentro tenho uma coisa,
que ninguém me pode tirar,
lá dentro tenho o truque
para saber imaginar.
Imaginar é uma coisa
que toda a gente sabe fazer,
porque dentro da nossa cabeça
há muitas coisas a acontecer.
Imaginar é numa coisa pensar,
e logo de seguida pelo mundo
dos sonhos começamos a divagar.
Imaginar é sonhar,
é inventar, é perceber,
todas aquelas coisas
que não têm razão de ser.
O segredo que tenho dentro
dessa caixa é muito simples de entender:
se uma coisa não conseguirmos ver,
basta fechar os olhos, porque no espelho da imaginação
tudo aquilo que queremos pode acontecer.
Joana Alves
É URGENTE...
É urgente o arranjo do carro,
É urgente um motor novo.
É urgente destruir as baterias usadas,
e com elas as peças estragadas.
Alguns carros devem ser extintos.
Muitas criações devem surgir...
É urgente inventar o carro perfeito,
Multiplicar os carros ecológicos.
É urgente descobrir um que me leve ao Sol,
E usar apenas meios lógicos!
Cai o silêncio na cidade e o último carro pára de funcionar,
Impura, até ao fim é a marca que estes deixam.
É urgente o mundo reconquistar...
É urgente o carro reinventar!
Inês Coelho
António Pinto
FAZ DE CONTA, FAZ DE CONTA
- Faz de conta que sou saber
- Eu serei o aprender.
- Faz de conta que sou sereia
- Eu serei um manto de areia
- Faz de conta que sou alegria
- Eu serei a fantasia.
- Faz de conta que sou uma turma
- Eu serei o 7ºA
- Em prosa ou em verso
Chegaremos ao fim do Universo.
Faz de conta, Faz de conta.
Carolina Costa
Rafaela Neves
CINCO RAZÕES PARA POETAR
• Poetar faz-me passar da linha da realidade
• Poetar faz-me voar sem sair do lugar
• Poetar faz-me viajar até mais que um lugar
• Poetar faz-me ir à lua e não voltar
• Poetar é aquilo que neste momento, me faz SONHAR!!!
Eis as cinco razões que me fazem gostar de poetar!
Vera Camacho
15 de março de 2011
Coisas da memória
De acordo com a definição do dicionário, memória é a “função geral de conservação de experiência anterior, que se manifesta por hábitos ou por lembranças; tomada de consciência do passado como tal; lembrança; recordação”. Como simples leiga na matéria não me cabe a mim discordar desta (s) definição (ões), apenas divagar no sentido de filosofar ao sabor das palavras.
Pois bem, realmente, a memória é uma função da qual o ser humano é dotado e que vai desenvolvendo ao longo da vida e, às vezes, para o final da curva da sua longevidade parece perder por completo. Só de pensar que podemos não reconhecer a pessoa que viveu ao nosso lado uma vida inteira é deveras assustador. No dia a dia, já consideramos bastante preocupante não saber onde deixámos as chaves do carro ou o telemóvel. Para que esta função se desenvolva é necessário que as experiências se repitam muitas vezes e se tornam hábitos ou…nem por isso: há situações tão dolorosas e embaraçosas que basta experienciá-las uma vez para ficarem registadas para sempre na nossa memória, na obstante a nossa recusa em revivê-las…aqui a memória leva a melhor sobre a nossa vontade. Por outro lado, a simples lembrança de um lugar, uma música, um perfume… transporta-nos para uma viagem pré-programada a determinada parte da nossa memória. É aqui que entram em cena as boas lembranças, as ditas recordações…não é por acaso que dizem que “recordar é viver”.
Ter consciência do passado como tal é, realmente, o que faz com que fique registado na nossa memória. Mas, muitas vezes, reeducamos a nossa memória, chegando a preenchê-la com coisas que não aconteceram ou que não vivemos ou que não somos. Outras, como temos a consciência que algo de errado ou mau aconteceu, recusamos deixá-lo registado na nossa memória. Aqui a expressão “varrer da memória” adequa-se perfeitamente. Também se dá o caso de, às vezes, ser necessário “refrescar a memória”, principalmente para aqueles que se fazem de esquecidos… ou serão desmemoriados?
Isto no que toca à memória resume-se deste modo: todos somos providos de várias gavetas que formam a nossa memória, algumas estão constantemente e conscientemente abertas, outras semi-abertas e outras estão tão bem fechadas, apenas polvilhadas com as mais íntimas recordações que nos moldam (e quiçá toldam) como pessoas.
Mas o melhor de tudo acontece, quando uma dessas gavetas, fechada há muito tempo no recanto mais escondido da nossa memória, se abre ao simples click no computador, na tão afamada rede social que dá pelo nome de facebook.
Sofia Doutel
Dedicado a alguém recentemente resgatado de uma das gavetas bem fechadinhas da minha memória.
Pois bem, realmente, a memória é uma função da qual o ser humano é dotado e que vai desenvolvendo ao longo da vida e, às vezes, para o final da curva da sua longevidade parece perder por completo. Só de pensar que podemos não reconhecer a pessoa que viveu ao nosso lado uma vida inteira é deveras assustador. No dia a dia, já consideramos bastante preocupante não saber onde deixámos as chaves do carro ou o telemóvel. Para que esta função se desenvolva é necessário que as experiências se repitam muitas vezes e se tornam hábitos ou…nem por isso: há situações tão dolorosas e embaraçosas que basta experienciá-las uma vez para ficarem registadas para sempre na nossa memória, na obstante a nossa recusa em revivê-las…aqui a memória leva a melhor sobre a nossa vontade. Por outro lado, a simples lembrança de um lugar, uma música, um perfume… transporta-nos para uma viagem pré-programada a determinada parte da nossa memória. É aqui que entram em cena as boas lembranças, as ditas recordações…não é por acaso que dizem que “recordar é viver”.
Ter consciência do passado como tal é, realmente, o que faz com que fique registado na nossa memória. Mas, muitas vezes, reeducamos a nossa memória, chegando a preenchê-la com coisas que não aconteceram ou que não vivemos ou que não somos. Outras, como temos a consciência que algo de errado ou mau aconteceu, recusamos deixá-lo registado na nossa memória. Aqui a expressão “varrer da memória” adequa-se perfeitamente. Também se dá o caso de, às vezes, ser necessário “refrescar a memória”, principalmente para aqueles que se fazem de esquecidos… ou serão desmemoriados?
Isto no que toca à memória resume-se deste modo: todos somos providos de várias gavetas que formam a nossa memória, algumas estão constantemente e conscientemente abertas, outras semi-abertas e outras estão tão bem fechadas, apenas polvilhadas com as mais íntimas recordações que nos moldam (e quiçá toldam) como pessoas.
Mas o melhor de tudo acontece, quando uma dessas gavetas, fechada há muito tempo no recanto mais escondido da nossa memória, se abre ao simples click no computador, na tão afamada rede social que dá pelo nome de facebook.
Sofia Doutel
Dedicado a alguém recentemente resgatado de uma das gavetas bem fechadinhas da minha memória.
18 de novembro de 2009
A RÃ E A VACA
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Sara Santos Nº20
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2 de novembro de 2009
A MINHA ESCOLA DE SONHO, INÊS COELHO

Cada um tem a sua escola de sonho: com artes mágicas, desporto, música...mas para mim a minha escola de sonho seria extremamente simples.
Eu acho que a escola é um espaço onde damos asas à imaginação e estabelecemos as nossas metas e onde, ao mesmo tempo, tomamos as nossas árduas decisões. A escola é como um amigo, só há uma escola perdilecta, aquela que nos deseja levar para além dos horizontes, para que um dia me possa mostrar a essa escola. como se de uma pessoa se tratasse, aquilo em que ela me ajudou a tornar, pois é na escola que mais nos desenvolvemos: desde uma simples semente a uma doce e vigorosa flor.
Tudo depende de cada um , mas a meu entender todo o meu percurso fica marcado comigo a escrever uma composição e a sentir a brisa que vem do mar, a paisagem... e naquela redacção, inspirada no mundo do meu meio escolar, dou por mim a viver o meu lado mais sonhador, despreocupado, alegre e preenchido de bons e maus momentos.
Pode parecer que não, mas o clima de sala de aula em que estou, as condições em que trabalho preenchem muito uma infância. Quando me dirijo para o refeitório e, enquanto vou comendo, vou espreitando para o mundo dos mil e um sabores e das cores, e agradeço aos meus antepassados que tanto se esforçaram para encontrar estas comidas maravilhosas que me fazem despertar os cinco sentidos. Tudo o que quero é uma biblioteca recheada de livros, cada um com um cheiro diferente que me fazem viajar até aos quatro cantos do mundo.
Não é necessário a minha escola ser perfeita, mas o mais importante é que ela, para mim, tenha sentimentos, que o meu coração solitário bata e fundamentalmente, que seja aquela amiga...
Eu acho que a escola é um espaço onde damos asas à imaginação e estabelecemos as nossas metas e onde, ao mesmo tempo, tomamos as nossas árduas decisões. A escola é como um amigo, só há uma escola perdilecta, aquela que nos deseja levar para além dos horizontes, para que um dia me possa mostrar a essa escola. como se de uma pessoa se tratasse, aquilo em que ela me ajudou a tornar, pois é na escola que mais nos desenvolvemos: desde uma simples semente a uma doce e vigorosa flor.
Tudo depende de cada um , mas a meu entender todo o meu percurso fica marcado comigo a escrever uma composição e a sentir a brisa que vem do mar, a paisagem... e naquela redacção, inspirada no mundo do meu meio escolar, dou por mim a viver o meu lado mais sonhador, despreocupado, alegre e preenchido de bons e maus momentos.
Pode parecer que não, mas o clima de sala de aula em que estou, as condições em que trabalho preenchem muito uma infância. Quando me dirijo para o refeitório e, enquanto vou comendo, vou espreitando para o mundo dos mil e um sabores e das cores, e agradeço aos meus antepassados que tanto se esforçaram para encontrar estas comidas maravilhosas que me fazem despertar os cinco sentidos. Tudo o que quero é uma biblioteca recheada de livros, cada um com um cheiro diferente que me fazem viajar até aos quatro cantos do mundo.
Não é necessário a minha escola ser perfeita, mas o mais importante é que ela, para mim, tenha sentimentos, que o meu coração solitário bata e fundamentalmente, que seja aquela amiga...
2 de setembro de 2009
PROFESSORES: VENDEDORES DE SONHOS

OS MAIORES VENDEDORES DE SONHOS DA SOCIEDADE SÃO OS PROFESSORES: MESMO COM SALÁRIOS BAIXOS, CRÍTICAS CONSTANTES E MUDANÇAS ALARMANTES, ELES TEIMAM EM VENDER SONHOS NO MICROCOSMOS DA SALA DE AULA PARA QUE OS ALUNOS ALARGUEM AS FRONTEIRAS DO SEU INTELECTO E SE TORNEM AGENTES MODIFICADORES DO MUNDO, PELO MENOS DO SEU MUNDO.
24 de agosto de 2009
ERAS LIVRO, BRUNO PEREIRA

Eras livro
Eras livro de encantar
de capa simples
mas conteúdo complexo.
Gostava percorrer, admirar
saltar as páginas tristes
ler e reler até que tudo tenha nexo.
Mas mesmo já te sabendo de cor, sem olhar
não consigo compreender, aceitar
talvez tenha perdido a página onde fugias
talvez seja alguma página rasgada
eu fiquei sozinho na alvorada.
ÀS VEZES UMA PALAVRA, ALICE VIEIRA

ÀS VEZES UMA PALAVRA
Às vezes uma palavra bastava
para que eu soubesse que virias sempre
ao meu encontro
mas depois chegaram imprevistas tempestades
que desenharam estranhas perdições
no mapa dos teus dedos
e as palavras que ninguém quis
e as palavras que ninguém quis
silenciaram a festa do meu corpo
e cobriram o teu daquele silêncio imóvel
e cobriram o teu daquele silêncio imóvel
dos lençóis que se estendem sobre as casas
abandonadas no fim do verão.
22 de julho de 2009
Ser como um rio que flui, Paulo Coelho
"A glória do mundo é transitória, e não é ela que nos dá a dimensão da nossa vida - mas a escolha que fazemos de seguir a nossa lenda pessoal, de acreditar nas nossas utopias e de lutar por elas. Somos todos protagonistas da nossa existência e, muitas vezes, são os heróis anónimos que deixam as marcas mais duradouras."1 de junho de 2009
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